We want to learn!
Colunas do Batatas
05/04/2020
31/01/2018
General guidelines for reading acitivties
To find a text suitable for reading activities use the school's book or sites on the internet such as the My English Page.
Compreender e saber empregar as características pertinentes ao gênero, como: quem, para quem, com que objetivo e suporte utilizado;
Apreciar as leituras literária e não-literária em língua estrangeira;
Localizar informações, produzir inferências e ser capaz de compreender o texto de forma geral e detalhada.
Como metodologia para o ensino de leitura busque fazer com que o aluno:
- Identifique as informações principais do texto;
- Ative as informações prévias ao texto (imagens, título, conhecimento prévio do assunto etc.) e usá-las a favor da leitura;
- Faça uma pré-leitura tentando prever que estruturas e palavras aparecem nesse tipo de texto.
- Grifar as palavras que conhecem.
Objetivos de leitura para planos de aula de Língua Inglesa (DCMs, 2013, p. 158)
Ler, compreender e produzir variados gêneros discursivos;
Construir e ampliar, gradativamente, o conhecimento sobre o gênero discursivo, sabendo como e quando utilizá-lo nas situações reais de comunicação;
Compreender e saber empregar as características pertinentes ao gênero, como: quem, para quem, com que objetivo e suporte utilizado;
Desenvolver, progressivamente, a habilidade de consulta ao dicionário;
Identificar e usar as regras e convenções da escrita com adequação;
Identificar as marcas do gênero para sua compreensão como: o interlocutor, o suporte de
publicação, a situação de uso e a intencionalidade do discurso;
Compreender e apropriar-se das variadas formas de linguagem (verbal e não-verbal);
Apreciar as leituras literária e não-literária em língua estrangeira;
Localizar informações, produzir inferências e ser capaz de compreender o texto de forma geral e detalhada.
28/01/2018
Freaks/Monstros (1932): drama ou terror?
Bem-vindos!
Podem entrar, não reparem na bagunça. Hoje falaremos de Freaks.
Considerado um "cult clássico", esse filme é transgressor por definição. A a pergunta da resenha é:
Considerado um "cult clássico", esse filme é transgressor por definição. A a pergunta da resenha é:
Freaks: drama ou terror?
Resenha: Tod Browning's Freaks / Monstros
Ano: 1932
Hora da historinha!
Em 2009 eu era obcecado por filmes de terror (isso aconteceu depois que meu amigo me apresentou ao filme The Evil Dead). Na época eu descobri muitos desses filmes graças a um blog chamado Cine Trash Revival (que ainda está na ativa!). Era lá que eu baixava terror italiano, terror japonês, etc. Era lá também que eu baixa filmes dos subgêneros slasher, zumbi, etc. Agora, o inesperado, é que foi nesse blog de filmes de terror que eu descobri a pérola de de Ted Browning.
Em 2009 eu era obcecado por filmes de terror (isso aconteceu depois que meu amigo me apresentou ao filme The Evil Dead). Na época eu descobri muitos desses filmes graças a um blog chamado Cine Trash Revival (que ainda está na ativa!). Era lá que eu baixava terror italiano, terror japonês, etc. Era lá também que eu baixa filmes dos subgêneros slasher, zumbi, etc. Agora, o inesperado, é que foi nesse blog de filmes de terror que eu descobri a pérola de de Ted Browning.
Mas como assim? Monstros nunca foi um filme de terror!
Eu lembro que na própria postagem no Cine Trash Revival, o autor da postagem fez as devidas ressalvas, dizendo que o filme não era exatamente de terror.
Vale notar também, que no IMDB, o filme está classificado como Drama/Horror.
Se você não conhece, resumidamente, o filme conta a história de uma trupe circense composta por "monstros". Quando uma jovem mulher se casa com um anão, artista do circo, a trupe decide aceitá-la em sua "família". O que resulta numa das cenas mais clássicas do cinema.
Assista à cena:
Eu lembro que na própria postagem no Cine Trash Revival, o autor da postagem fez as devidas ressalvas, dizendo que o filme não era exatamente de terror.
Vale notar também, que no IMDB, o filme está classificado como Drama/Horror.
Se você não conhece, resumidamente, o filme conta a história de uma trupe circense composta por "monstros". Quando uma jovem mulher se casa com um anão, artista do circo, a trupe decide aceitá-la em sua "família". O que resulta numa das cenas mais clássicas do cinema.
Assista à cena:
We accept her, we accept her, one of us, one of us!
Bem sabemos que nunca foi a intenção dos responsáveis pelo filme, mas é extremamente emblemático que algumas vezes é justamente horror que o filme causou.
Muito a frente de seu tempo, desde seu lançamento o longa tem incomodado àqueles que o assistem, tendo sua exibição proibida por mais de 30 anos.
Recentemente American Horror Story: Freak Show
explorou essa capítulo fascinante da história norte-americana, e embora
tenham abordado com competência a temática dos párias, acho que AHS:
Freak Show contribuiu ainda mais para o espectador incauto entender
errado o filme de 1932.
No
fim a mensagem do filme é clara, dizendo com todas as palavras que os
monstros somos nós, os telespectadores. O mais engraçado é que a recepção de parte do
público foi justamente essa: o espectador mais superficial assiste ao
filme e enxerga os personagens como... monstros.
Hoje em dia o filme é um clássico absoluto e não sofre mais censura.
Isso quer dizer que evoluímos e não os consideramos tão grotescos a ponto de censurar o filme?
Acredito que não.
E
eu mesmo admito, que inicialmente, o que me motivou a procurar esse
filme foi aquela curiosidade sobre o "estranho e o grotesco".
No
entanto, Monstros é um filme é tão poderoso que subverteu minhas
expectativas e no começo, eu os enxergava como monstros, mas ao decorrer
do filme, passei a enxergá-los como humanos.
Leia o roteiro da essa cena deletada:
De
acordo com o roteiro, a cena em que Madame Tetrallini apresenta ao
homem errante os artistas, que estão se divertindo na floresta era um
pouquinho mais longa. A cena incluía mais diálogo que buscava humanizar
os chamados "monstros". Ela conta ao errante que eles estão "sempre em
tendas abafadas, com olhos de estranhos os encarando - o que nunca os
permite esquecer o que são." O homem responde de forma simpática
(claramente a voz do espectador): "Quando eu for ao circo novamente,
Madame, eu lembrarei!". No que ela responde: Eu sei Monsieur, você
lembrará deles brincando - como crianças -, dentro todos os milhares que
vêm para encará-los - para rir-se deles, para arrepiar-se - você será o
único que entende."
|
Esta
cena representa muito mais o espírito do filme do que outras cenas em
que coisas supostamente dignas do gênero horror acontecem.
Uma pena que essa cena não tenha sido usada no filme original, pois ajudaria a clarificar essa confusão em relação a como ler o filme.
Não tem como não apreciar o fato de um filme com um drama humano tão mordaz seja chamado Monstros.
Uma pena que essa cena não tenha sido usada no filme original, pois ajudaria a clarificar essa confusão em relação a como ler o filme.
Não tem como não apreciar o fato de um filme com um drama humano tão mordaz seja chamado Monstros.
Nota:









Recomendado para quem gosta de Carnivàle, American Horror Story: Freak Show
Se você não assistiu, assista!
Cheers!
23/01/2018
Índice de postagens - postagens sobre aprender inglês
Como ensinar os tempos verbais in English?
Os verb tenses in English recebem bastante destaque durante o aprendizado de inglês.
E não é atoa: existem 13 formas verbais na língua inglesa!
Razão número um - Isso coloca o uso dos verbos dentro de um contexto
O aprendizado de língua, como qualquer tipo de aprendizado, ocorre com a relação a outros conhecimentos.
Como ensinar verbos de acordo com os seus períodos de tempo:
Dessa maneira, os alunos têm uma visão geral. But don't overcomplicate things! Tenha cuidado com o excesso de informação. Prepare uma tabela mais simples, com uma pessoa do verbo por vez. É apenas uma introdução a um sistema bastante complexo.
4 - Foque em um tempo verbal por vez, mas não deixe de mostrá-lo em relação a outros tempos verbais dentro de um mesmo período de tempo.
Ao introduzir os tempos verbais, foque apenas um por vez, praticando forma e significado como você sempre o fez. Mas ao mostrá-lo em relação a outro tempo verbal, retome a tabela acima e incentive os alunos a fazerem descoberta/hipóteses sobre o funcionamento desse sistema. Isso por que negociação de significado em língua inglesa, quando visto dentro de um quadro geral torna o compreendido de maneira mais eficaz.
Crie oportunidades autenticas de praticar a língua inglesa: peça que os alunos contem uma história, planejem um programa de horário para seu dia ou para a aula, dê instruções para produções escritas e assim por diante.
6 - Review! Sempre revise!
Entender os tempos verbais é um processo contínuo no sentido de que leva bastante tempo e demanda bastante prática pra realmente entender como o mesmo funciona em inglês. As diferenças entre o português e o inglês complicam um pouco as coisas, mas assim que o aprendiz entende a regularidade da língua, o uso dos verbos se torna natural.
E não é atoa: existem 13 formas verbais na língua inglesa!
Muitos professores concordam que aprender os verbos é um processo que leva tempo. Se quem está aprendendo não consegue usar os verbos ainda, mesmo tendo estudado todos os anos até chegar no ensino médio, é só lá no final de seu ensino fundamental que o estudante tem seu "momento eureka" e entende como usar determinado tempo verbal.
Ok, pode demorar algum tempo, mas aí nos perguntamos: exercícios de gramáticas e treinos de estrutura (drilling) fazem sentido se os alunos ainda não chegaram nesse "momento eureka"?
Eu suponho que o cerne da questão é outro: pode haver um problema de sequenciação de conteúdo. Ao invés de bombardear o aluno com simple present, terminar e seguir para o simple past para chegar logo na unidade simple future, porque supostamente é mais fácil aprender dessa maneira, talvez seja melhor que os tempos verbais sejam abordados em conjunto.
Mas por que os tempos verbais deveriam ser ensinados em conjunto?
Razão número um - Isso coloca o uso dos verbos dentro de um contexto
O aprendizado de língua, como qualquer tipo de aprendizado, ocorre com a relação a outros conhecimentos.
O aprendizado de simple present é melhor quando o aprendiz faz relações com o present continuous (I drive a car every day, but I am not driving right now).
Isso demonstra um contraste entre os dois tempos verbais: uma atividade rotineira, contra uma atividade que está acontecendo naquele momento do presente.
Razão número dois - Isso cria mais oportunidades para um uso mais natural da língua
Tarefas típicas como "likes and dislikes" e "my daily routine" podem ser bem difíceis se os alunos conhecem apenas um tempo verbal. Mesmo que o simple present seja o mais usado ao falar de sua rotina diária em inglês, é muito mais natural fazê-lo se o aprendiz souber usar corretamente outros tempos verbais para o presente, como o present continous e present perfect.
Tarefas típicas como "likes and dislikes" e "my daily routine" podem ser bem difíceis se os alunos conhecem apenas um tempo verbal. Mesmo que o simple present seja o mais usado ao falar de sua rotina diária em inglês, é muito mais natural fazê-lo se o aprendiz souber usar corretamente outros tempos verbais para o presente, como o present continous e present perfect.
Como ensinar verbos de acordo com os seus períodos de tempo:
1 - Sobre os tempos verbais in English
Verbs in English actually have two parts: the time and the aspect, or way of looking at that time. So, for example, within the present time frame, there are three aspects commonly used: simple, continuous, and perfect. In the present time frame, simple is used to show habitual activity: “I drive every day.” Continuous shows ongoing activity or activity in the moment: “I am driving right now.” Perfect in the present time frame shows activity that began in the past but continues into the present time frame: “I have driven this car for ten years.” The past and future time frames also have simple, continuous, and perfect aspects (and in some cases, perfect continuous tenses).
Verbs in English actually have two parts: the time and the aspect, or way of looking at that time. So, for example, within the present time frame, there are three aspects commonly used: simple, continuous, and perfect. In the present time frame, simple is used to show habitual activity: “I drive every day.” Continuous shows ongoing activity or activity in the moment: “I am driving right now.” Perfect in the present time frame shows activity that began in the past but continues into the present time frame: “I have driven this car for ten years.” The past and future time frames also have simple, continuous, and perfect aspects (and in some cases, perfect continuous tenses).
2 - Introduz o aprendiz ao sistema da língua
Dar aos aprendizes uma visão geral do sistema verbal da língua inglesa em diferentes períodos de tempo pode causar confusão ou dificultar a internalização dos tempos verbais. Mas há uma vantagem: o estudante começa a ver como eles se relacionam um com o outro.
Dar aos aprendizes uma visão geral do sistema verbal da língua inglesa em diferentes períodos de tempo pode causar confusão ou dificultar a internalização dos tempos verbais. Mas há uma vantagem: o estudante começa a ver como eles se relacionam um com o outro.
É bastante útil colocar os quadros de tempo em tabelas:
![]() |
| Vários modos para o tempo verbal presente ao mesmo tempo pode ajudar o aluno a fazer relações para aprender de forma mais eficaz |
Dessa maneira, os alunos têm uma visão geral. But don't overcomplicate things! Tenha cuidado com o excesso de informação. Prepare uma tabela mais simples, com uma pessoa do verbo por vez. É apenas uma introdução a um sistema bastante complexo.
Deixe para mais tarde construções mais complicadas como "I have been walking". Da mesma maneira, escolha um verbo regular como "walk", cujo as flexões verbais sejam de fácil memorização. Tampouco use verbos intransitivos, que precisem de preposição, como por exemplo o verbo "throw". Se você usar um verbo como este, o foco dos estudantes se perderá tentando entender o porquê de "to throw" pede preposição e o tentar memorizar as formas irregulares "threwn" e "thrown".
3 - Foque em um momento do tempo por vez, abordando mais de um modo verbal
É muito interessante que os alunos aprendam todos os modos verbais do presente de forma mais homogênea ao invés de ficar trocando entre presente, passado e futuro. Isso por que essa é a maneira que mais se aproxima de um uso natural da língua: geralmente ao falar de determinado evento, algo que aconteceu no caminho para o trabalho, por exemplo, a tendência é usar o past progressive e o simple past: “I was driving to work yesterday, and this other car appeared out of nowhere…”
É muito interessante que os alunos aprendam todos os modos verbais do presente de forma mais homogênea ao invés de ficar trocando entre presente, passado e futuro. Isso por que essa é a maneira que mais se aproxima de um uso natural da língua: geralmente ao falar de determinado evento, algo que aconteceu no caminho para o trabalho, por exemplo, a tendência é usar o past progressive e o simple past: “I was driving to work yesterday, and this other car appeared out of nowhere…”
Ou seja, eu não vou trocar do nada para o presente ou para o futuro até o momento em que eu diga: “Now I need to call my insurance company.”
4 - Foque em um tempo verbal por vez, mas não deixe de mostrá-lo em relação a outros tempos verbais dentro de um mesmo período de tempo.
Ao introduzir os tempos verbais, foque apenas um por vez, praticando forma e significado como você sempre o fez. Mas ao mostrá-lo em relação a outro tempo verbal, retome a tabela acima e incentive os alunos a fazerem descoberta/hipóteses sobre o funcionamento desse sistema. Isso por que negociação de significado em língua inglesa, quando visto dentro de um quadro geral torna o compreendido de maneira mais eficaz.
5 - Practice, practice and practice!
Crie oportunidades autenticas de praticar a língua inglesa: peça que os alunos contem uma história, planejem um programa de horário para seu dia ou para a aula, dê instruções para produções escritas e assim por diante.
6 - Review! Sempre revise!
Entender os tempos verbais é um processo contínuo no sentido de que leva bastante tempo e demanda bastante prática pra realmente entender como o mesmo funciona em inglês. As diferenças entre o português e o inglês complicam um pouco as coisas, mas assim que o aprendiz entende a regularidade da língua, o uso dos verbos se torna natural.
Portanto, revisar os estudos periodicamente ajudará os alunos a verbalizar!
Obs: esse artigo vem do Busy Teacher e foi traduzido para esta página por mim pois me ajuda a estudar.
Ferramentas para escrever textos em inglês
![]() |
| Linguee é uma ótima ferramenta para procurar construções frasais mais específicas |
Basta buscar uma palavra ou frase, e o aplicativo/site demonstra ao usuário com que classe de palavras é possível fazer determinada construção sintática e dá exemplos externos de uso.
Simple future
17/01/2018
Exercício de escrita criativa
Associe uma série de palavras a cada uma das sugeridas abaixo. Elas devem manter alguma relação com a palavra dada, mas não é preciso pensar muito. Escreva as primeiras palavras que surgirem na sua mente. Esse processo da associação livre funciona assim: a cada palavra, várias outras lhe ocorrem naturalmente.
Noite - Dia
Rio - Córrego
Pedra - Pedreira
Estrela - Sol
Mar - Areia
Muro - Muralha
Vento - Ventania
Ponte - Pênsil
Nuvem - Pesada
Cidade - Lotada
Corpo - Morto
Manhã - Ensolarada
Mão - Cheia
Pássaro - Pena
Boca - Torta
As palavras da primeira coluna foram sugeridas pelo livro, as da segunda foram puxadas por mim. O livro, então sugere que o escritor escolha seis palavras e use-as num texto pequeno. Elas podem aparecer repetidas, em sentido figurado, flexionadas, etc.; o importante é o jogo da imaginação. Aí vai o texto-exercício:
Uma Crônica Binária
Uma tarde de sábado como qualquer outra: passando calor, dentro de casa, trollando na internet. Quando meu amigo me chamou para sair, já ia recusando, mas minha mãe insistiu que eu saísse (contanto que eu não entrasse no mar). Eu não estava afim de stress com a minha velha, então aceitei o convite do meu amigo. Eu não sou muito de sair e me arrependi assim que botei o pé pra fora. Eu não gosto muito de sol, nem de aglomero. O sol queimava e a praia estava lotada, então eu não estava muito feliz. Uma coisa me fez esquecer minha infelicidade: a praia estava cheia de garotas bonitas. O melhor de tudo é que eu estava usando o óculos de sol que minha mãe me deu de natal, então eu pudia espiar seus corpos quase nus sem muitos remorsos.
Meu amigo também trazia consigo seu 3DS. As coisas estavam melhorando: poderíamos aproveitar para trocar pokémons ou jogar Monster Hunter. Mas então eu percebo que ele não estava sozinho: estava com duas garotas. Meu estômago bate no chão. Não sou muito bom com garotas. E eu não sou ingênuo nem nada! Sabia meu amigo iria sugerir que eu ficasse com algumas delas. Aproveitei o disfarce dos óculos escuros e examinei atentamente as meninas e a primeira impressão não foi muito boa. Pra começar, elas vestiam um biquíni pequeno demais. Mulher que não se dá o respeito é foda. Minha mãe sempre me alertou sobre as mulheres do mundo, então sempre procurei uma menina evangélica, que não seja gordinha e que goste de animes. É pedir demais? OK, não precisa gostar de animes; posso convence-la a gostar depois. O pior é que quando eu cheguei eles estavam falando sobre política, e elas eram claramente esquerdopatas-feministóides. Felizmente, estou sempre preparado com ótimos argumentos e já as botei em seu lugar. Elas relativizavam o aborto, a pena de morte, etc., mas eu as destruía com ótimos argumentos. Meu amigo sugere que a conversa estava pesada demais e muda de assunto comentando sobre os animes da nova temporada, e para minha surpresa, descubro que a mais nova delas, sabe muito de anime! Aos poucos, enxergo ela sob uma nova luz, descobrindo que na verdade ela é muito bonita, Ao longo das férias, conversamos bastante e descubro que ela é engraçada, temos muito em comum e nos damos muito bem. Mas o tanto que temos em comum temos de diferenças. Ocasionalmente, defendemos diferentes pontos de vista e discutimos, como na vez em que ela postou um emoji de angry face quando compartilhei uma imagem do Bolsonaro no Facebook. Apesar disso, estávamos nos dando muito bem, e a coisa naturalmente desenvolveu para a conversa de termos "algo a mais". Eu queria demais ela, mas ela teria que mudar: não conseguiria ficar com uma mulher do mundo, eventualmente brigaríamos. Também não poderia ficar com ela por conta de uma promessa que eu tinha feito a 10 anos atrás, quando eu e uma menina ajudamos um pobre velho que, agradecido, profetizou o casamento entre a gente num futuro próximo. Num gesto simbólico, o idoso nos "casara", fazendo com que nós trocássemos presentes: eu dei para ela um pingente de triforce, e ela me deu um pingente de pena que uso até hoje. Trocamos juras de amor eterno e de um casamento verdadeiro no futuro.
Foi aí que nos descobrimos: eu e ela ainda usávamos os pingentes da jura de amor. Mas eu não poderia me relacionar com uma vegetariana, feminista e socialista, e nós dois concordamos que seria melhor nem tentar um relacionamento.
16/01/2018
Diário de leitura - a máquina de fazer espanhóis
Estou retomando as postagens sob a tag "diário de leitura" para falar sobre os livros que estou explorando durante as férias.
Bom, vamos lá!
Comecei a ler em janeiro um livro chamado "a máquina de fazer espanhóis", do autor português valter hugo mãe. Resumidamente, o livro conta a história de um senhor que bem adentro de sua terceira idade vai parar num asilo para idosos.
Já tinha lido dois livros dele em 2016: "a desumanização" e "o filho de mil homens"
Eu sei que estou escrevendo esses nomes próprios com letra minúscula, mas não é por preguiça!
Veja só, o autor não usa letra maiúscula em nenhum de seus livros, pois, segundo o autor, isso permite uma "democracia das palavras". Nenhuma palavra é mais importante que a outra, e seu estilo é muito livre. Usa palavras de Portugal, palavras do Brasil, palavras inventadas. Tampouco usa pontuação e organização textual convencionais.
Seu estilo de escrita é bem livre...
Sua prosa é bastante poética.
E apesar de "a máquina" ser um livro mais político que outros do mesmo autor, o estilo da escrita aqui também é bem bonito.
Por ter essa veia poética, o livro é altamente citável.
Pensei em guardar algumas citações do livro que eu gostava, mas nem sempre tinha meu celular comigo e perdi algumas que durante a leitura me dava vontade de guardar.
Mas aí vão algumas das citações que consegui guardar:
“somos um país de cidadãos não praticantes. ainda somos um país de gente que se abstém. como os que dizem que são católicos mas não fazem nada do que um católico tem para fazer, não comungam, não rezam e não param de pecar.”
“fui barbeiro, e li livros, como deviam ler todas as pessoas para ultrapassarem a condição pequenina do quotidiano e das rotinas.”
“ser religioso é desenvolver uma mariquice no espírito.”
Estou gostando muito da leitura e recomendo!
Bom, vamos lá!
Comecei a ler em janeiro um livro chamado "a máquina de fazer espanhóis", do autor português valter hugo mãe. Resumidamente, o livro conta a história de um senhor que bem adentro de sua terceira idade vai parar num asilo para idosos.
Já tinha lido dois livros dele em 2016: "a desumanização" e "o filho de mil homens"
Eu sei que estou escrevendo esses nomes próprios com letra minúscula, mas não é por preguiça!
Veja só, o autor não usa letra maiúscula em nenhum de seus livros, pois, segundo o autor, isso permite uma "democracia das palavras". Nenhuma palavra é mais importante que a outra, e seu estilo é muito livre. Usa palavras de Portugal, palavras do Brasil, palavras inventadas. Tampouco usa pontuação e organização textual convencionais.
Seu estilo de escrita é bem livre...
Sua prosa é bastante poética.
E apesar de "a máquina" ser um livro mais político que outros do mesmo autor, o estilo da escrita aqui também é bem bonito.
Por ter essa veia poética, o livro é altamente citável.
Pensei em guardar algumas citações do livro que eu gostava, mas nem sempre tinha meu celular comigo e perdi algumas que durante a leitura me dava vontade de guardar.
Mas aí vão algumas das citações que consegui guardar:
“somos um país de cidadãos não praticantes. ainda somos um país de gente que se abstém. como os que dizem que são católicos mas não fazem nada do que um católico tem para fazer, não comungam, não rezam e não param de pecar.”
“fui barbeiro, e li livros, como deviam ler todas as pessoas para ultrapassarem a condição pequenina do quotidiano e das rotinas.”
“ser religioso é desenvolver uma mariquice no espírito.”
Estou gostando muito da leitura e recomendo!
10/01/2018
"A desgraça afervora ou aquebranta o amor?"
A postagem de hoje é sobre Amor de Perdição, clássico da literatura portuguesa!
Para alguns, o "livro clássico" é sinônimo de livro difícil. No entanto, conforme vamos lendo, percebemos que esse livro não é tão diferente assim se compararmos a esses romances modernos em que um casal quer ficar junto apesar de todas as adversidades.
Tanto é que o casal protagonista de Amor de Perdição, Teresa e Simão chega a se perguntar:
A desgraça afervora ou aquebranta o amor?
Análise do livro:
Para alguns, o "livro clássico" é sinônimo de livro difícil. No entanto, conforme vamos lendo, percebemos que esse livro não é tão diferente assim se compararmos a esses romances modernos em que um casal quer ficar junto apesar de todas as adversidades.
Tanto é que o casal protagonista de Amor de Perdição, Teresa e Simão chega a se perguntar:
A desgraça afervora ou aquebranta o amor?
Análise do livro:
Amor de Perdição
![]() |
| Ano: 2003 / Páginas: 152 Idioma: português Editora: Editora Ática |
O
cenário inicial é Viseu, onde Simão e Teresa se conheceram: eles eram
vizinhos de janela e se apaixonaram perdidamente. No entanto, conforme
as complicações surgem, o cenário muda, afastando cada vez mais o casal
apaixonado.
Apesar
de ser uma mulher vivendo no século XIX, sempre que é possível Teresa
apodera-se de sua agência: ela precisa resistir à pressão de seu pai o
tempo todo, que está firme no intento de arrumar um casamento “ideal”
para sua filha. Tal pretendente é Baltasar Coutinho, primo de Teresa. O
fidalgo, com o apoio do pai de Teresa não mede esforços em conquista-la.
Suas investidas não dão certo, e o pai de Teresa intercede usando
chantagem emocional e a dependência que Teresa tem em seu pai numa
sociedade oitocentista. Teresa está apaixonada por Simão e não se dobra:
contra-ataca como pode, aceitando uma derrota em seus termos.
Estes ardis são raros na idade inexperta de Teresa; mas a mulher do romance quase nunca é trivial, e esta de que rezam os meus apontamentos era distintíssima.
No fim das contas, Teresa não tem agência, e se vê enclausurada num convento da cidade do Porto. Se
não é o desenlace desejado por Teresa, seu pai também não está
contente. Simão, louco de amor, decide interceptar a comitiva que levava
Teresa ao convento, e em romances mais otimistas, o herói lograria em
salvar sua amada e eles teriam uma chance de materializar seu amor. Mas Amor de Perdição não
é esse tipo de história, e a consequência do embate que se sucede os
afasta ainda mais. A única maneira que eles conseguem manter contato é
através de cartas, cujos textos são de uma prosa extremamente poética, o
que é muito apropriado para o tom do romance.
Simão, meu esposo. Sei de tudo... Está conosco a morte. Olha que te escrevo sem lágrimas. A minha agonia começou há sete meses. Deus é bom, que me poupou ao crime. Ouvi a notícia da tua próxima morte, e então compreendi porque estou morrendo hora a hora. Aqui está o nosso fim, Simão!... Olha as nossas esperanças! Quando tu me dizias os teus sonhos de felicidade e eu te dizia os meus!... Que mal fariam a Deus os nossos inocentes desejos?!... Porque não merecemos nos o que tanta gente tem?... Assim acabaria tudo, Simão? Não posso crê-lo! A eternidade apresenta-se-me tenebrosa, porque a esperança era a aluz que me guiava de ti para a fé. Mas não pode findar assim o nosso destino.
- Trecho da carta de Teresa para Simão
Como evidenciado no excerto acima, uma prosa poética reflete o
amor extremamente dramático que é representado em Amor de Perdição, um rebento do ultrarromantismo. O autor pinta o
amor entre Simão e Teresa como um amor ideal, um amor puro, mas
fundamentalmente impossível: torna-se um amor de perdição por causa da
sociedade, que por sua vez é pintada pelo autor com cinismo e ressentimento.
Concluindo, ao falar de Amor de Perdição,
não podemos esquecer de Mariana, a intrusa do romance entre Simão e
Teresa. Ela faz de tudo por Simão, mas sabe que nunca poderá ter o amor
dele.
No fim, a morte de amores, a morte escolhida de Mariana foi, para mim, a perdição mais mordaz representada no livro.
No fim, a morte de amores, a morte escolhida de Mariana foi, para mim, a perdição mais mordaz representada no livro.
Nota: 



Observações:
- O romance romântico agrada a um público predominantemente feminino, e para os contemporâneos de Camilo Castelo Branco não era diferente: em seu texto, o autor quebra a quarta parede, dirigindo-se exclusivamente às suas leitoras, tratando-as como "senhoras".
- Escolhi essa capa para ilustrar a postagem por que planejava fazer uma piada com ela, mas ela é tão horrível que não sei nem por onde começar.
- O livro está disponível em qualquer livraria, biblioteca ou download disponível gratuitamente em acervos online como o instituto Camões e no domínio público.
- Recomendado para: quem gostou Romeu e Julieta, Dom Casmurro, A Culpa é das Estrelas e para quem quer se preparar muito bem para o vestibular, pois com esse livro é possível entender o espírito do Romantismo em Portugal.




Observações:
- O romance romântico agrada a um público predominantemente feminino, e para os contemporâneos de Camilo Castelo Branco não era diferente: em seu texto, o autor quebra a quarta parede, dirigindo-se exclusivamente às suas leitoras, tratando-as como "senhoras".
- Escolhi essa capa para ilustrar a postagem por que planejava fazer uma piada com ela, mas ela é tão horrível que não sei nem por onde começar.
- O livro está disponível em qualquer livraria, biblioteca ou download disponível gratuitamente em acervos online como o instituto Camões e no domínio público.
- Recomendado para: quem gostou Romeu e Julieta, Dom Casmurro, A Culpa é das Estrelas e para quem quer se preparar muito bem para o vestibular, pois com esse livro é possível entender o espírito do Romantismo em Portugal.
Obrigado por ler, e saiba que comentar aqui é muito fácil. Não tem captcha! Comente o que vier à cabeça!
Abraços,
Lucas Botelho
Abraços,
Lucas Botelho
Como usar vírgula em inglês
When do we use commas?
| Explanation | Examples |
|---|---|
1. Separar orações diferentes:
Dica: nesse caso, sempre aparecem conjunções como: and, but, for, nor, or, so, yet, etc.
| The students asked for a second chance to rewrite the exam, but the teacher did not grant it. |
| 2.1. Depois de sub-orações introdutórias. | If you leave the door open, the dog might run away. |
| 2.2. Depois de frases introdutórias. | As a matter of fact, I’m going on vacation to Hawaii next week. |
| 2.3. Depois de palavras introdutórias. | Unfortunately, he was convicted of a crime and put into jail. |
| 3.1. Quando uma sub-oração aparece no meio da frase. | Jill, who was sitting behind her desk, gave Tim a smile. |
| 3.2. Quando frases aparecem no meio da frase. | We, as a matter of course, will contact your former employer. |
| 3.3. Quando palavras/advérbios aparecem no meio da frase. | We have, however, found several severe errors. |
| 4. Para iniciar três ou mais palavras ou frases uma após a outra. | She went into the living room, sat down, and played chess on the computer. |
| 5. Para colocar adjetivos no meio da frase. | We had to travel over several narrow,winding, treacherous road. |
| 6. No fim de uma frase para indicar uma pausa. | He was merely ignorant, not stupid. |
| 7. Para complementar o sujeito com pronomes pessoais. | Theodore Roosevelt, who was leader of the famous rough riders, became president in 1901. |
| 8. Quando você se dirige a alguém específico. | Susan, can you help me do the dishes please? |
| 9. Quando é iniciada uma citação. | Descartes said,“I think, therefore I am.” |
| 10. Para indicar um aposto. | Bill Clinton, former US president, is still very popular in Europe. |
| 11. Em datas | Yes, July 17, 1972, was the date of his birth. |
| 12. Separar palavras iguais. | How it is, is how it’s always been. |
| 13. Na frente de "question tags". | Bring me the tools, will you? |
Aula de inglês: "tell" vs "say"
- A diferença entre o verbo say e o tell
He was tired of people saying him what to do...
O verbo "say" na frase acima não está sendo usado da forma correta. Reflita.
Para saber como melhorar a frase acima, discutiremos o uso do verbo "tell":
Tell is only used to mean instruct or inform - Tell significa "contar", no sentido de instruir ou informar.
Dessa forma, a frase estaria correta da seguinte maneira:
He was tired of people telling him what to do...
Esses verbos são usados também dependendo de quem você se refere na fala:
O verbo "tell" é utilizado quando você quer dizer algo a alguém específico, determinado. Então "you tell SOMEBODY". Veja abaixo:
He was tired of people saying him what to do...
O verbo "say" na frase acima não está sendo usado da forma correta. Reflita.
Para saber como melhorar a frase acima, discutiremos o uso do verbo "tell":
Tell is only used to mean instruct or inform - Tell significa "contar", no sentido de instruir ou informar.
Dessa forma, a frase estaria correta da seguinte maneira:
He was tired of people telling him what to do...
Esses verbos são usados também dependendo de quem você se refere na fala:
O verbo "tell" é utilizado quando você quer dizer algo a alguém específico, determinado. Então "you tell SOMEBODY". Veja abaixo:
Mary told me she was in the hospital. [A Mary me disse que ela estava no hospital.]
What did she tell you? [O que ela te disse?]
He told me (that) he was tired. [Ele me disse que estava cansado.]
Tell me what's going on! [Me diga o que está acontecendo!]
What did she tell you? [O que ela te disse?]
He told me (that) he was tired. [Ele me disse que estava cansado.]
Tell me what's going on! [Me diga o que está acontecendo!]
Já o verbo "say" é utilizado quando a pessoa diz algo, sem necessariamente estar direcionando a alguém específico.
Mary said (that) she was in the hospital. [Mary disse que ela estava no hospital.]
What did she say? [o que ela disse?]
What did she say? [o que ela disse?]
Ainda usamos o "tell" quando nos referimos a "contar uma história" [tell a story], "contar uma piada" [tell a joke], "contar uma mentira",[tell a lie], "contar a verdade" [tell the truth], "contar um segredo" [tell a secret], etc. usamos o "tell".
Exemplos:
Grandpa always tells us his stories. [O vovô sempre nos conta suas histórias.]
Tell him the truth. [Conte a verdade a ele.]
I'm going to tell you a joke. [Vou te contar uma piada.]
Tell him the truth. [Conte a verdade a ele.]
I'm going to tell you a joke. [Vou te contar uma piada.]
- Can you me the way to the station, please?
- He didn't a word.
- She her name was Sue.
- Let me you something about my hobbies.
- Forget everything I just .
- Why didn't you him that before?
- Why didn't you that before?
- They nothing to me.
- You don't need to us that.
- What did Eric when he saw the new bike?
- Respostas:
- tell
say
said
tell
said
tell
say
said
tell
say
09/01/2018
Vocabulário específico - Educação Física
1 - Vocabulário específico, parts of the body:
2 - No pain, no gain! Vocabulário específico usado na academia.
At the gym, we usually do cardio or work out.
Cardio (é uma abreviação) - exercícios de aeróbica
Cardio is an important part of your training
Dumbbell front raise - elevação frontal com halteres (ombro)
Leg press - é o mesmo!
2.1 Nome dos aparelhos na academia:
Cadeira abdutora - Abduction machine
Bíceps máquina - arm curl
Chest press machine - supino máquina
Cross over - cross over
Voador/peck deck - fly machine
Agachamento máquina - Hack machine
Pulley/puxador para costas - lat pull down
Mesa flexora/mesa romana - leg curl
Cadeira extensora - leg extension
Leg press - leg press
Remada máquina - rower machine
Panturrilha sentado/gêmeos sentado - seated calf
Abdominal máquina - seated crunch machine
Desenvolvimento máquina - shoulder press machine
3 - Vocabulário específicos de esportes
Futebol - football (britânico), soccer (americano)
Vôlei - volleyball
Ciclismo - cycling
Basquete - basketball
Corrida - running
When we speak about sports, the verbs 'play', 'go' and 'do' are used with different sports and activities.
When I was young we played football just outside our house in the street.
![]() |
| Clique na imagem para ampliar |
2 - No pain, no gain! Vocabulário específico usado na academia.
At the gym, we usually do cardio or work out.
Cardio (é uma abreviação) - exercícios de aeróbica
Cardio is an important part of your training
![]() |
| Running on a treadmill is a type of cardio |
Dumbbell front raise - elevação frontal com halteres (ombro)
Leg press - é o mesmo!
2.1 Nome dos aparelhos na academia:
Cadeira abdutora - Abduction machine
Bíceps máquina - arm curl
Chest press machine - supino máquina
Cross over - cross over
Voador/peck deck - fly machine
Agachamento máquina - Hack machine
Pulley/puxador para costas - lat pull down
Mesa flexora/mesa romana - leg curl
Cadeira extensora - leg extension
Leg press - leg press
Remada máquina - rower machine
Panturrilha sentado/gêmeos sentado - seated calf
Abdominal máquina - seated crunch machine
Desenvolvimento máquina - shoulder press machine
3 - Vocabulário específicos de esportes
Futebol - football (britânico), soccer (americano)
Vôlei - volleyball
Ciclismo - cycling
Basquete - basketball
Corrida - running
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| Exercises to memorize the sports in English |
4 - Play, do or go?
When we speak about sports, the verbs 'play', 'go' and 'do' are used with different sports and activities.
Play
Play is used with sports that have teams, rules and competitions:
Badminton, baseball, football, golf, rugby, etc.
Play is used with sports that have teams, rules and competitions:
Badminton, baseball, football, golf, rugby, etc.
Example:
I have been playing tennis for over ten years.
When I was young we played football just outside our house in the street.
Go
Go is used with activities where the activity is in the -ing form.
To camp – go camping
We went camping by the lake last summer.
Other activities that take 'go' are: dancing, jogging, running, hiking, riding, swimming, cycling, climbing etc.
Do
For all other recreational activities we use do. Aerobics, athletics, gymnastics, judo, karate and yoga are some examples.
All young children should be encouraged to do gymnastics.
Sarah does yoga with some of her friends.
Go is used with activities where the activity is in the -ing form.
To camp – go camping
We went camping by the lake last summer.
Other activities that take 'go' are: dancing, jogging, running, hiking, riding, swimming, cycling, climbing etc.
Do
For all other recreational activities we use do. Aerobics, athletics, gymnastics, judo, karate and yoga are some examples.
All young children should be encouraged to do gymnastics.
Sarah does yoga with some of her friends.
01/01/2018
A Praça Onze - O samba e a identidade brasileira
PRAÇA ONZE
O samba e a identidade brasileira
O samba e a identidade brasileira
A postagem de hoje é sobre a Praça Onze, um marco para a história e cultura brasileira. Além de ser conhecida como o berço do samba, foi o palco dos primeiros desfiles de carnaval. Com uma história rica em cultura, a praça foi uma rua cosmopolita do Rio de Janeiro que deixou uma grande herança cultural para os brasileiros.
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| Imagem da Praça Onze, o berço do samba |
Antes se tornar um representante cultural brasileiro, o samba foi sendo criado aos poucos, surgido num berço de diversidade cultural. Os descendentes dos africanos que vieram ao Brasil colônia traficados como escravos e trouxeram consigo sua cultura contribuíram com os batuques, por exemplo. Os mesmos ritmos que eram usados em cultos religiosos (em que a comunicação ritual se dava por meio da música e da dança) foram aproveitados no samba.
Foi no fim do período colonial, com a independência do Brasil, que houveram tentativas de encontrar quais os elementos que definem a identidade brasileira. Do projeto indianista, ao movimento tropicalista, ao longo do tempo, estabeleceram-se algumas crenças sobre a brasilidade. Uma delas, é uma noção de senso-comum que o samba é o gênero musical nacional (ALMEIDA, 2016). Assim como o samba, o carnaval também é considerado com frequência um símbolo da brasilidade. Nas palavras de Jost (2015)
O samba, como foi formatado no início do século XX no Rio de Janeiro, acabou se tornando, por vários motivos, ponto pacífico em nossa sociedade como um dos agentes culturais que melhor representa o “ethos” brasileiro. Esse é um dado irrefutável da nossa história e que coloca o samba, de certa forma, como uma referência fundamental para os debates sobre nossa formação social. (JOST, 2015, p. 113)
Foi no século XX que o samba se firmou como gênero musical e teve parte na formação da identidade brasileira. Nessa época, o gênero musical ainda predominava entre os subúrbios e os morros cariocas (de forma parecida com a que o funk surgiu na periferia).
Conforme o samba tomava forma, eram feitos encontros na casa de uma líder religiosa, chamada Tia Cata, onde encontros religiosos ou festas, reuniam os músicos responsáveis pelas criações do gênero musical. Artistas como Pixinguinha, Donga, Sinhô e João da Baiana passaram por essa casa.
Para falar da origem do samba, se faz a necessidade de falar sobre o seu berço: a Praça Onze de Junho. Vale notar que a região era completamente inabitada até o século XVII por ser uma área pantanosa, o que dificultava o desenvolvimento urbano (LUCENA, 2016). Segundo Lucena (2016), foi só com a intervenção da Família Real, em 1810, que a região começou a se desenvolver.
Na Praça eram bem vindos os negros (recém libertados) e os imigrantes europeus, como os italianos portugueses, espanhóis e judeus, que que deram origem a um bairro com comércios judaicos. Conforme Lucena (2016), a demografia da Praça conferiu a região um ar cosmopolita, em que muitas pessoas de culturas diferentes conviviam. Isso por que, além do fim da escravidão, na época, o Estado incentivou a imigração de europeus para o Brasil.
É justamente esse ambiente em que predomina um pluralismo cultural, que faz surgir, no início do século XX, o samba e o carnaval. A população local reunia-se na Praça Onze, e inspirados nas batucadas trazidas pelos africanos, origina-se um novo gênero musical: o samba.
Na década de 30, a modernização na região faz com que a Praça perdesse espaço. Contudo, mesmo que nada da Praça original tenha restado, continua sendo importante para o samba que é atualmente a região em que estão localizados o Terreirão do Samba e o Sambódromo projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurados em 1984.
O samba na era Vergas
Com a popularização do gênero musical, Getúlio Vargas aproveitou a o samba para afirmar-se como ícone nacional, populista e promover um nacionalismo. Com isso, em 1937 o país ficou sob o regime do Estado Novo comandado por Getúlio Vargas. Um dos principais agentes firmadores da ditadura era o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), que cuidava da propaganda e da censura. Mas ao mesmo tempo, o DIP era responsável por uma rádio com grande alcance nacional e muitos cantores populares tiveram espaço ali.
Além de discutir a gênese do samba e as tentativas de usá-lo como a bandeira da brasilidade, vale a pena discutir o contexto histórico da época. Um primeiro fato interessante a ser notado, conforme Jost (2015), é que embora o samba tenha surgido em terreiros e tenha sido frequentemente associado a periferia durante o seu fortalecimento como movimento cultural, o samba foi além da periferia, ganhando espaço e ao longo do século 20 em locais de mais prestígio. O samba logo se tornou uma expressão cultural bastante democrática. Isso é evidenciado na letra da música de Cartola, chamada Tempos Idos:
Onde os malandros iam sambar
Depois, aos poucos, o nosso samba
Sem sentirmos se aprimorou
Pelos salões da sociedade
Sem cerimônia ele entrou
Já não pertence mais à Praça
Já não é mais samba de terreiro
Vitorioso ele partiu para o estrangeiro
Depois, aos poucos, o nosso samba
Sem sentirmos se aprimorou
Pelos salões da sociedade
Sem cerimônia ele entrou
Já não pertence mais à Praça
Já não é mais samba de terreiro
Vitorioso ele partiu para o estrangeiro
Foi daí que o samba ganhou espaço em várias níveis sociais, mesmo que houvesse um histórico de violência, em que rodas de samba eram reprimidas:
A Lei de Vadiagem aprovada no Código Penal sancionado em 1890, estabelecia que o ato de vadiar passasse a ser contravenção. Foi baseado nela que o poder público reprimiu, amparado pela legalidade, rodas de samba e festas de candomblé. (SIMAS, p. 03, 2017)
Concluindo...
Considerando tudo visto até então, é possível perceber que o samba é um dos grandes representantes da identidade nacional brasileira. Embora a literatura sobre a história desse gênero musical concorde a esse respeito, autores como Jost (2015) afirmam que ao usarmos o samba como o grande representante da cultura brasileira, falhamos em considerar que esse gênero musical é na verdade um híbrido composto por vários elementos de outras culturas. Visto isso, como poderia o samba ser um representante da nossa identidade cultural?
Da mesma maneira, o carnaval brasileiro, que teve como fundamento o samba, também é um híbrido cultural. A saber, os desfiles das escolas de samba tem raízes nos carnavais italianos/francesas (que por sua vez têm origem na Grécia antiga, com as festas de culto a Dionísio) e no entrudo português.
Ao dialogar com o manifesto antropofágico de Oswald de Andrade (1976), encontramos a solução para esse enigma. Como bem sabemos, o samba foi criado pelos “antropófagos” da Praça Onze, que ao misturar vários elementos de várias culturas, criaram uma das expressões culturais mais forte do país. Uma rua conhecida como a Pequena África, em que predominava a multiculturalidade. Onde viviam judeus, escravos recém libertos e imigrantes europeus.
Foi nesse contexto multicultural que surgiu o samba. O que essas etnias têm em comum? Criaram o samba juntos, a partir de várias culturas. Ou como diz Oswald de Andrade: “Só a ANTROPOFAGIA nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente” (ANDRADE, 1976, p. 06).
Enfim, o samba continuou ganhando espaço para além de seus berços na periferia, e, além de ser um veículo de propaganda para Vargas, deu origem movimentos artísticos como o samba e o carnaval, pelo qual o Brasil é conhecido internacionalmente. O samba só surgiu por conta do momento histórico, em que o país adaptava-se a nova realidade de não ter a mão de obra escrava. A cultura africana influenciou largamente o surgimento do samba, e com o fim da escravidão, a cultura africana aflorou em solo brasileiro. Mais precisamente, na Praça Onze, a “Pequena África”, lar de terreiros e sinagogas... Portanto, é bastante apropriado que o gênero musical que melhor represente um país multicultural como o Brasil seja o samba, o gênero musical híbrido da Praça Onze.
REFERÊNCIAS
ANDRADE, O. O manifesto antropófago. In: TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e modernismo brasileiro: apresentação e crítica dos principais manifestos vanguardistas. 3ª ed. Petrópolis: Vozes; Brasília: INL, 1976.
BENEVIDES, André. Projeto nacionalista de Getúlio Vargas se beneficiou do samba. Agenup, 2004. Disponível em <http://www.usp.br/agen/repgs/2004/pags/096.htm> Último acesso em 29/10/17.
DIAS, Vera. As histórias dos monumentos do Rio. 2004. Disponível em <http://ashistoriasdosmonumentosdorio.blogspot.com.br/2014/11/a-praca-onze-e-o-busto-de-marcilio-dias.html> Último acesso em 29/10/17.
EnContos. Praça Onze. 2014. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=7dR5T3FDHwM> Último acesso em 29/10/17.
FERNANDES, C. Origem do Samba. Rede Omnia. 2017. Disponível em
JOST, M. A construção/invenção do samba: mediações e interações estratégicas. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, 2015.
Disponível em <http://www.scielo.br/pdf/rieb/n62/2316-901X-rieb-62-00112.pdf> Último acesso em 22/10/17.
LUCENA, F. Praça Onze berço do samba e lugar do povo. Diário do Rio, 2016.
MARCULINO, Eduardo. Getúlio Vargas e a manipulação do samba. História Viva, 2009. Disponível em <http://historianovest.blogspot.com.br/2009/01/getlio-vargas-e-manipulao-do-samba.html> Último acesso em 29/10/17.
RIO TUR. Casa da Tia Ciata. Disponível em < http://visit.rio/que_fazer/casadatiaciata/> Último aceso em: 29/10/17.
SIMAS, L A. Dos Arredores da Praça Onze aos Terreiros de Oswaldo Cruz: Uma Cidade de Pequenas Áfricas. Revista do programa avançado de cultura contemporânea. Disponível em <http://revistazcultural.pacc.ufrj.br/wp-content/uploads/2016/04/DOS-ARREDORES-DA-PRA%C3%87A-ONZE-AOS-TERREIROS-DE-OSWALDO-CRUZ_-UMA-CIDADE-DE-PEQUENAS-%C3%81FRICAS-%E2%80%93-Revista-Z-Cultural.pdf> Último acesso em: 23/10/17
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